domingo, 13 de maio de 2018
2ª carta para minha filha
Korczak
Sobre presença e comunicação nos relacionamentos
sábado, 28 de abril de 2018
1ª Carta para minha filha
Filha, estou adiando escrever para você. Talvez porque agora você não vá ler, mas poderá sentir dentro de mim o que está acontecendo e o que temos vivido juntas. A sua mãe desde muito pequena sonhou em ser escritora. Ela até já publicou um livro inspirada na história de como conheceu seu pai. (Acabo de perceber que eu disse “a sua mãe”, ao invés de “eu”, talvez ainda esteja me familiarizando com essa nova persona que é sua mãe, no fundo, no fundo, somos almas companheiras vivendo esses papéis nesta vida. Eu sinto profundamente que você é uma alma que me acompanha. Nós nos escolhemos em algum tempo e espaço em que tempo e espaço não existiam. E já é uma honra para mim ser sua mãe!)
Como estava dizendo, sobre minha vontade de ser escritora, de não apenas escrever, mas de ser lida, isso faz com que eu queria compartilhar com as pessoas o que eu vivo e o que eu sinto. Hoje temos a oportunidade de fazer isso através das redes sociais. Toda vez que escrevo sobre mim e você muitas pessoas lêem e se emocionam, acredito que consigo conectar nelas não o meu amor por você, mas algum amor que exista nelas. Na verdade o amor deve ser um só. Então são palavras de amor que despertam o amor, filha. Você já deve sentir.
Esta semana, na noite de 23/4, seu pai e eu nos deitamos para dormir mas antes de fechar os olhos ou de ler um pouquinho (como costumamos fazer) o papai veio conversar com você colocando o rosto bem pertinho da minha barriga. Ele também colocou as mãos e eu coloquei as minhas com as dele. Ele já tinha feito isso outras vezes mas nesta noite foi a primeira vez que sentimos você se mexer dentro de mim. Enquanto ouvia a voz dele você se mexeu algumas vezes. E eu me dei conta que para sentir você eu preciso ficar bem quieta e atenta. Seu pai me ensina muitas coisas e neste dia ele me ensinou a te sentir.
quinta-feira, 5 de abril de 2018
Terceiro ultrassom
terça-feira, 3 de abril de 2018
De repente um espinho
quinta-feira, 29 de março de 2018
Primeiro ultrassom
Assim que constatamos a gravidez, o Paulo ligou para a prima obstetra que disse a ele o conselho que dá a todas as suas pacientes:
“Com o teste de farmácia você conta ao marido”
(No meu caso praticamente ele que tinha me contado...rs)
E ela continuou:
“Após o primeiro ultrassom conte para seus pais e irmãos. E após o ultrassom morfológico, dos 3 meses de gravidez, vocês contam para todos”
Procuramos seguir o conselho à risca, bem cientes de que a gravidez só fica mais segura após os primeiros 3 meses.
Marcamos o ultrassom para os próximos dias. No dia do ultrassom eu também quis aproveitar para fazer o exame de sangue. O Paulo queria que eu fosse só no final do dia, pois achou que não daria tempo de chegar no horário marcado do ultrassom, olhei no relógio e achei que dava. Eu queria que ele fosse comigo e sabia que no final da tarde não estaríamos juntos, então indignada por ele preferir que eu fosse só no final do dia, sozinha, eu saí meio desaforada: “se você não quer ir agora comigo eu vou, vou sozinha então, você me pega lá e vamos juntos para o ultrassom”. Saí com raiva de casa. Com vontade de ir sozinha para o ultrassom também, só pra me “vingar” e não deixar ele ver o primeiro momento do nosso bebê. Mas eu sabia que ia me arrepender se deixasse a minha raiva tomar conta... Quando ele passou pra me pegar já entrei no carro chorando, me sentindo a maior vítima do mundo por ele não ter movido uma palha para me acompanhar no exame de sangue também (olha como as emoções já foram ficando a flor da pele!)
Fui falando que já desmaiei algumas vezes tirando o sangue, que sempre recomendam que eu leve acompanhantes (mas já faz alguns bons anos que vou sozinha e nunca mais desmaiei ou precisei de ajuda), falei que esperava que ele fosse mais sensível e cuidadoso comigo, ele foi ouvindo, me pedindo desculpas e rindo. O Paulo ri quando eu choro e percebe que é por bobagem. Ele não ri da minha cara, é o riso que damos olhando a inocência das crianças, é um riso diante de uma beleza. E quando ele ri assim de mim eu consigo reconhecer que estou exagerando um pouco, ou me aproveitando da situação para me vitimizar. E também me sinto amada neste riso que me contempla e aceita.
Já estava tudo bem entre nós, mas quando cheguei no lugar onde faríamos o exame meus olhos estavam inchados de choro. Pedi um tempinho para o Paulo, para descermos em seguida. Eu estava com vergonha da minha cara e nem tinha pensado o quanto chorar deve ser um acontecimento natural naquele recinto. Em geral o choro de emoção, imagino e espero.
Entramos na sala de exame. Sentei e fiquei bem de frente para uma tela bem grande. O Paulo ficou de frente pra mim olhando a tela do computador do médico, que estava ao meu lado. Acho que ele nem percebeu essa tela maior. Foi tão mágico pois o rosto dele foi o que vi de mais nítido na hora que ouvimos o coração bater. Não tinha muito o que ver na tela, mas ele deu um passo pra frente como se tivesse sido empurrado, ou levado um susto, então abriu a boca, arregalou os olhos, com as sobrancelhas bem levantadas, e quis confirmar com o médico: “É o coração?”
O médico respondeu que sim. Mas o Paulo também é médico. Ele sabia que era o coração. É que a nossa alma precisa de uma confirmação para acreditar nos momentos de beleza e alegria. É como se disséssemos “me belisca para que eu tenha certeza que não é um sonho”. Mas não era um sonho, a realidade é que é inacreditável*
Eu achei que os olhos dele estavam lacrimejando, os meus estavam (e estão de novo ao lembrar). Alguns dos mais memoráveis momentos da minha vida eu passei vendo o sorriso dele, as emoções dele, e mais uma vez Deus estava me presenteando com a cena do seu sorriso, da sua alegria, bem diante dos meus olhos, e o motivo, desta vez, era a constatação de que dentro de mim tinha um outro coração batendo, uma outra pessoa feita de pedaços nossos misturados. ❤️❤️❤️
(*frase do livro: Uma aprendizagem, de Clarice Lispector)
(Foto tirada perto do dia que fizemos o ultrassom)
quarta-feira, 28 de março de 2018
Como ficamos grávidos
Entre tantas coisas chatas e difíceis com que os nossos olhos tem contato eu, que amo escrever, resolvi contar belezas que, de fato, aconteceram.
(Principalmente com todo carinho que recebi com o post da minha gravidez. É mesmo muito lindo que a gente continue se comovendo com os novos seres que se preparam para chegar em nosso mundo!❤️🙏🏻)
Estou casada há quase 7 anos, estamos juntos há quase 9 e nesse tempo todo nos questionamos bastante sobre a responsabilidade vitalícia de sermos guardiões de uma nova vida. Fomos adiando e assumindo o risco de talvez a natureza não nos permitir mais esta escolha, afinal há um limite para a fertilidade. Ano passado foi um ano de mergulhos internos bem profundos, eu diria que até mais para o Paulo, mas eu acompanhei bem de perto suas descobertas e em especial o momento em que ele se percebeu firmemente com vontade de se eternizar.
A única imortalidade possível ao nosso corpo físico é se manter vivo em um outro corpo, o de um descendente. Somos, cada um de nós, feitos da matéria viva de nossa ancestralidade. Carne, sangue e ossos novos com o componente genético antigo de nossos pais e avós que, muitos, nem sequer pudemos conhecer.
Ao contrário do Paulo, a coragem de viver o desafio da maternidade não estava me visitando, ainda não me sentia completamente pronta. A primeira vez que deixamos de nos prevenir foi bem anterior ao meu período fértil, eu estava segura com isso. Quando, finalmente, nossa união mais profunda aconteceria em meu momento de fertilidade, tive que me abrir com o Paulo dizendo que precisava de pelo menos mais um mês para me preparar. Ele sentiu raiva, como um menino birrento, daquele dia em diante não me procurou mais. Porém algo de diferente estava acontecendo em mim. Uma alegria sem causa, segurança, amor-próprio... Dias depois comecei a desconfiar que eu tinha engravidado naquela primeira tentativa, fora do período fértil. Conforme os dias passavam eu me preenchia de uma sensação única de poder. Eu não tinha mais dúvidas sobre mim ou sobre o futuro, me sentia forte e saudável, como que uma escolhida pela cosmos para abrigar em meu útero uma semente humana.
Sinalizei para o Paulo que gostaria de fazer o teste com ele para descobrirmos juntos. Via em seu olhar um brilho de felicidade e, ao mesmo tempo, uma cautela bloqueando a expectativa. Quando nos tornamos adultos, não nos animamos demais com alegrias que podem ser efêmeras. Sentimos medo da frustração. Crianças não perdem tempo com isso. Criam expectativas e se frustram. E não ligam de criá-las novamente. Até que ficam adultas. Normalmente são as experiências de dor que nos transformam...
No dia 15 de dezembro, quando meu ciclo já estava atrasado há 6 dias, acho, trabalhei até tarde porque tive um evento de formatura no colégio. Lembro que sentei na mesa de homenageados perto da professora Camila e da Fabiana, assistente de direção, ambas grávidas, e que me senti parte daquela realidade que as duas estavam vivendo.
Antes de chegar em casa liguei para o Paulo e ele me pediu para esperar uns minutos na garagem enquanto ele chegava da academia. Na verdade ele queria que chegássemos juntos porque tinha me preparado uma surpresa. Comprou o teste e deixou ao lado de um buquê de flores. Ele também estava se convencendo de que seria uma noite de uma descoberta especial para nós. Além disso as flores não seriam só pra mim. Estávamos felizes com a simples possibilidade. Assim que fiz o teste ele já tirou da minha mão antes que eu visse e levou para debaixo do lustre da sala. Não tive nem tempo de sair do banheiro e o ouvi dizer: “Amor, você está grávida!”
Quando cheguei na sala vi o seu sorriso, que me encantou desde o nosso primeiro encontro. Meus olhos se enchem de lágrimas de lembrar. A gente se abraçou e se beijou, se deu parabéns e ficamos rindo, bobos, como que rodeados de estrelas.
Eu registro aqui para que possa me lembrar para sempre exatamente como foi. (Como se eu pudesse esquecer)
E compartilho na esperança de que possa trazer alguma alegria também a você que está lendo. 🙏🏻❤️❤️❤️
Quando o amor se expande em nós ele é capaz de transformar o mundo. Quem sabe o seu mundo😉
(Foto de 15/12/2017)
sexta-feira, 23 de março de 2018
HÁ UM SONHO CRESCENDO DENTRO DE MIM
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
Relacionar-se com outro é um jeito de se relacionar consigo
Não se trata de olhar somente um para o outro. Mas de olhar, os dois, na mesma direção.
Se trata de caminhar junto e de se ver refletido no olhar do outro (para o bem e para o mal). É na parceria que temos a oportunidade de nos relacionar com quem somos. Nossos medos aparecem. Nosso melhor também aparece. Depende de quanto somos merecedores. E da coragem que temos de enxergar. O relacionamento pode favorecer muitas ilusões mas a intimidade permite as revelações. Uma dança dos 7 véus. As máscaras vão caindo. Os 7 chakras se apresentam, em um caminho que descobrimos mais sobre o outro (e sobre nós mesmos) quando somos capazes de nos reconhecer e nos mostrar. “Não é o outro, sou eu.” “Preciso assumir que vejo em você o que eu sou.”
“Não é a você que quero mudar, preciso mudar (curar) a mim mesmo”
“Você me dá a lente para que eu seja capaz de me ver verdadeiramente.”
Estas são frases-guias, lembretes importantes de uma verdade irrefutável: o outro não existe. Sou sempre eu e eu. Eu e o que escolho para mim. Eu com as lições que me servem. Eu me queixando, ou aprendendo e amando, eu recriando e revivendo o passado, ou eu vivenciando e criando o presente... Eu, eu, eu!
Se temos um companheiro que também reconhece esta verdade em si mesmo as chances de aprendizados profundos se ampliam, as de alegrias intensas também.
Você me apresentou o autoconhecimento, quando nos conhecemos. Depois você me apresentou a Índia, meu amado guru, meu caminho espiritual, impulsionou meus talentos, minha poesia, meu livro, minha vontade de gerar uma outra vida... E nunca foi você. Fui eu que me permiti e você estava lá...
Lá no meu coração ❤️❤️❤️
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
É da sua natureza
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
Sobre o passar do tempo e florescimento
terça-feira, 13 de fevereiro de 2018
Inhotim
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
Contemplo
Quero agradecer suas bênçãos, seu amor, quero agradecer porque viajo para a Índia (apenas em espírito) sendo levada em seu coração.
Talvez eu ainda não seja digna disso tudo... Mas eu não sei de nada. É você, grandioso e eterno, quem sabe. É seu canto e sua luz que não se encerram, sua força e seu olhar potentes e belos que desvendam o universo. A sua presença se expande, e eu, miúda como um grão de areia, contemplo a grandeza do meu coração no seu. 🙏🏻❤️ #sriprembaba #prembaba #devoção #amor #alinenaíndia
domingo, 21 de janeiro de 2018
Um conto encantado
quarta-feira, 17 de janeiro de 2018
Estamos em extinção
quinta-feira, 4 de janeiro de 2018
Enquanto se espera um amor
sexta-feira, 29 de dezembro de 2017
Natal em família
O Paulo tirou esta foto do almoço de natal, com as 3 gerações femininas da família. Minhas sobrinhas, Rubi (comendo romã) e Amora (já posando pra foto) já têm o delinear das personalidades em definição. Já carregam as marcas da educação, do exemplo da mãe (minha irmã @adelitaahmad ) e o reflexo do carinho e dos estímulos que recebem. Um pouco da avó, também se imortaliza nelas, um pouco da titia, e de todas as convivências mais próximas. Assim somos. As festas de encontros de família também são momentos para nos reconhecermos, olhando o espelho que cada “outro” traz sobre nós. Misteriosamente, se formos atentos, seremos capazes de nos encontrarmos naquilo que julgamos no outro, ou naquilo que sentimos sobre ele. Então podemos dar o passo da individuação, em que reconheço-me no outro mas me distancio dele para que possa ser eu e ele si mesmo. E só assim voltamos a nos sentir parte do mesmo todo, com menos julgamento, mais aceitação e amor. Não é fácil. Pois para aceitarmos as pessoas como são é preciso antes aceitar como somos. É a não aceitação de nós que nos impede de aceitar o outro...
O natal, aniversário do ser de Jesus, nos deixa o seu legado de amor, aceitação, perdão. Que possamos começar por nós!🙏🏻❤️
quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
A vida é um caminhar por águas
A vida é um caminhar por águas. As nossas. Mares calmos, mares revoltos, águas claras, águas profundas. Sem desistir. Há as ondas que nos levam, as que nos elevam, as que nos afundam. Há as rasas, que beijam nossos pés, que abençoam a alma. Há as fortes, as que revoltam a alma. São sempre as nossas próprias águas. Delas nascemos, nelas caminhamos, para elas vamos!
Um banhar-se que se chama Vida!
#poesia #vida #verdade #águas
sábado, 9 de dezembro de 2017
Os poetas estão fora do tempo
A poesia é uma cura para o mundo talvez um pouco desconhecida e inexplorada pela maioria das pessoas. Os poetas são profetas que contam histórias que predizem o futuro e elevam o passado.
Como suspiros de um novo tempo inalcançável, suas palavras são sempre flashes de luz, esferas contemporâneas para os corações sensíveis.
#rainermariarilke (1875-1926)
domingo, 19 de novembro de 2017
A Carta
sábado, 18 de novembro de 2017
Molhados de chuva
quinta-feira, 16 de novembro de 2017
Ardente
Sou flor ardente
Como me fez Deus, o poderoso artesão do universo
Fui uma pétala única em suas mãos carentes de amor
E fui amada enquanto feita
E ainda mais depois.
Por seu sopro perfumou meu pólen, inseriu em mim a sua divindade
Estou à beira de alguns caminhos
Sou a delicada constatação de que Ele existe e de que em mim colocou suas mãos.
Um toque assim nem o tempo apaga, nem o vento leva...
sexta-feira, 13 de outubro de 2017
Tem tanto
Eu tenho aquilo que não cabe
A palavra que o tempo come
Aquilo engolido que não disse
Não escrevi, não falei
Tem tanto...
Tá tudo aqui.
Aqui e no ontem
Aqui e no antes
Hoje? Digo isso!
sexta-feira, 6 de outubro de 2017
O amor nasce na carne
sábado, 26 de agosto de 2017
Palavras
E eu? Eu colhi as palavras espessas e puras.
Palavras raras que debruçavam sua força
por uma rampa longa e escura.
Palavras que desciam do céu como candelabros acesos em chamas singelas
Palavras que beijavam o horizonte com cores de sol poente.
Palavras que a brisa levava para dançar canções no breu.
Palavras pelos recantos, cantos, matos, pelas multidões, campos, cidades, levadas em vôos de besouros, mosquitos, pernilongos.
Palavras caminhando nas peles e pelos, nos corpos e folhas, em você, em mim. Dentro e fora de nós.
Palavras, sim.
Palavras.
segunda-feira, 21 de agosto de 2017
Casamento Marcela e Flavia
Tenho algumas considerações sobre a cerimônia de casamento da @mmpaduan e da @flaviateles que fui neste sábado, aliás servem para toda festa a que somos convidados.
1. Casamento é a convivência, é o que duas pessoas constroem se relacionando. Cerimônia e festa é a celebração, e a partilha desta decisão de caminhar junto. .
2. Quando somos convidados a celebrar, muitas vezes pensamos mais em nós que no motivo da celebração e no que será celebrado. Pensamos no traje, em como seremos recebidos (e alimentados...rs), é possível que esqueçamos o real motivo. Quando a cerimônia é de casamento (poderia ser aniversário) vamos festejar a união de 2 pessoas corajosas, por, em tempos de separação, violência e desamor, estarem publicamente escolhendo: AMAR!
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3. Ser convidado é ter a oportunidade de se conectar com as pessoas, com quem elas são e com o significado daquilo para elas e para o mundo. Cada ser humano que nasce (no caso dos aniversários) ou que se une (no caso dos casamentos) é único e traz consigo uma compreensão nova para este planeta. A celebração pode ser sempre uma inspiração para os convidados, seja um convite para amarmos o outro ou para sermos também a nossa verdade.
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Recebi um banho de amor, beleza, alegria e verdade, com esta cerimônia e festa que pude vivenciar com presença e consciência (para não perder nada!)🙏🏻❤️❤️❤️
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Fiquei tocada pelo convite pra cantar "Prabhu Ap Jago" durante o ritual, cujo o significado da letra, originalmente em sânscrito, é uma prece: "Que o amor desperte em mim, em todos e em todos os lugares"🙏🏻 🌷
#casamento #amor #celebrar #viver #reflexão
domingo, 13 de agosto de 2017
Dia dos pais
O pai, portal masculino do que somos,
raiz do que seremos.
Um homem e uma mulher nos trouxeram aqui.
O sexo, união profunda de dois corpos, é um chamado que diz à alma da criança "vem"
E nós viemos.
@alineahmad
terça-feira, 8 de agosto de 2017
quarta-feira, 2 de agosto de 2017
Inverso
Atravesso, sou verso,
Inverto, sou o inverso,
De tudo,
De todos,
Não me mudo,
Nem me contento,
Não lamento,
Eu tento.
Não sou rápido
Sou lento
E silencioso
Como o seu olhar
Mais vigoroso
Sou cuidadoso
De pétala em pétala.
Minha flor voa
Seu perfume ecoa
Ela vive
Eu também!